![]() No principio Distrito 9 te surpreende ao utilizar a ficção cientifica para tratar de conflitos sociais com uma visão realística sobre as personagens com técnicas de documentário misturado a ficção. Depois de alguns minutos na expectativa, tudo fica como se já tivesse visto antes. Bons exemplos disso é a própria nave mãe, que não há explicação sensata de estar estática por anos em Johannesburgo, se assemelha à mesma de ID4, seres de outro planeta comedores de comida de gato como em V a batalha final, robôs cibernéticos do recente Transformers e até a mutação cronometrada do clássico A mosca. Pena que os comentários de supostos especialistas do documentário e as interpretações são deixadas de lado em boa parte para compensar com melodrama que parece não caber no roteiro de um filme como este. Outras questões que podem ser relevantes, mas notáveis, são a forma em que a comunicação entre os seres é tratada e como suas máquinas alienígenas funcionam. Pensando bem, como um ser humano não consegue usar armas alienígena, mas tem a habilidade de dialogar? De qualquer forma o lado que convêm a todos é passagem fantasiosa pelo pior do ser humano no trafego de armas, terrorismo e a miséria da região. |
ficção científica
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É claro que hoje em dia os filmes que sofrem mais influência de outros na sua criação são os de suspense e ficção-científica em que é possível ver e ouvir mais claramente suas inspirações que o restante dos estilos. Um exemplo disso é o filme Presságio (Knowing – 2009), protagonizado por Nicholas Cage, que parece coletar várias informações de outros filmes do gênero para elaboração do roteiro e na direção de arte. Vamos refrescar a memória, não é necessário tanto, para comprovar esta teoria. |
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