Ação
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Com as mesmas características básicas de um filme clássico de ação, a nova missão continua a apresentar cenas inexplicáveis que desafiam as leis da física, quase infinitas lutas colaboradas por dispositivos tecnológicos e impressionantes perseguições de carros, porém com alguns detalhes diferenciados para não ser o mais do mesmo. Todos estes recursos estão ligados a uma história que envolve o velho medo e americano de que os humanos serão extintos por uma guerra nuclear provocada pela Rússia. Apesar de todo o agito, este episódio tem um ponto interessante a ser observado sobre a equipe que suporta o já conhecido líder magistral Ethan Hunt. Contrariando o idealizado, ela demonstra não ser perfeita ao causar vários equívocos durante todo o enredo. Isto mostra um certo tom de humanidade sobre toda a parafernália do suposto dever em salvar o mundo. Ou seja, os personagens são frágeis o suficiente para serem inseguros em momentos vitais podendo até mesmo se descontrolar. Como se trata de uma ficção, muitas vezes destes erros é que se encontra a solução. Tom Cruise usa sua franquia como produtor ao lado de várias feras do mundo holywoodiano para superar os episódios predecessores e reativar sua carreira desconsiderada nos últimos anos.O restante do elenco não tem a sua fama, por enquanto, mas executam bem seu trabalho como pano de fundo para o super protagonista. Para completar seu grupo junto ao veterano personagem de Simon Pegg está o misterioso personagem de Jeremy Renner e o lado feminino muito bem representado por Paula Patton, a bela professora de Preciosa (2009). Além de um vasto grupo de atores gringos, há uma pequena ponta feita por Tom Wilkinson e de recentes estrelas como Josh Holloway do seriado Lost. Os países emergentes também sinalizam sua ascenção em superproduções como esta. Não somente as ruas e monumentos de Moscou são usados em tomadas externas, como também a Índia e claro, Dubai para escalada ao maior prédio do mundo. Os efeitos visuais são de ultima geração, e como o tipo de produção pede, são realistas o melhor possível para garantir o nível de impossibilidade esperado. As questões técnicas também podem ser atentadas nas novas tecnologias usadas, que na sua maioria já se encontram nas mãos dos consumidores, e outras coisas que não estão no alcance assim, como no caso dos super carros da BMW. Ou seja, uma boa oportunidade de mídia para valorizar a marca. Depois de Brian de Palma, John Woo e até mesmo o produtor J.J. Abrams, o longa fica por conta de Brad Bird, do qual não tem tanta experiência em live-action, mas tem seu trabalho em destaque com animações Ratatouille e Up, como também nos primeiros episódios de Os Simpsons . Com objetivo de arrasar o quarteirão, Missão Impossível: Protocolo Fantasma pode ser considerado a melhor opção de ação produzida no ano de 2011. Com certeza é a grande pedida para os fãs saudosistas da famosa série dos anos 70, principalmente porque este está mais focado, mais nem tanto, ao trabalho em equipe para chegar ao mesmo objetivo de salvar o mundo a sua maneira americana. De qualquer forma, vale lembrar de que estamos falando de um filme onde tudo é possível pra impressioná-lo. Por isso, não duvide daquilo que vê, pois esta fórmula dá certo.
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Logo após uma visão panorâmica pela cidade mais que metropolitana de Chicago, são apresentados os primeiros oito minutos desta trama de ficção cientifica que desafia nosso entendimento sobre o tempo e espaço. Neste primeiro momento, alguns fatos relevantes para seu desfecho são mostrados rapidamente como fragmentos de um quebra-cabeça a ser montado dentro da mente perdida do protagonista. Este é o principio da idéia construída em Código Fonte, ou melhor, o mais recente trabalho de Duncan Jones e estrelado por Jake Gyllenhaal e Michelle Monaghan, Contra o Tempo. A ciência mais uma vez representada pelo futuro tecnológico nas mãos das forças armadas envolve o roteiro do longa ao se apegar em reviravoltas e teorias difíceis de se acreditar, mas que seguem o mesmo padrão das produções deste gênero. O que vemos é um grande programa militar com potencial em salvar vidas, porém com segundo plano menos fantasioso movimentado pela cobiça de lucros e mérito dos que estão envolvidos. Com a repetição do mesmo período, assim como naquele filme Bill Murray só que em menos tempo, temos a explicação dos fatos teoricamente acelerada do qual estamos familiarizados desde o segundo filme de Matrix. A composição do elenco por seus coadjuvantes é formada por uma funcionária dedicada, nem sempre fria e calculista interpretada por Vera Farmiga e Jeffrey Wright, representando o tal cientista, doutor visionário oportunista. As repetidas seqüências ficam por conta de Monaghan no trivial papel da doce donzela que se apaixonar pelo herói Gyllenhaal e sua imagem de capitão traumatizado pela guerra. Não tão genial como seu primeiro, Lunar de 2009, Jones também utiliza alguns meios para tornar a história interessante com um pouco de mistério causado pela tecnologia. De qualquer forma, existem outros pontos interessantes abordados, como por exemplo, o preconceito do protagonista em perseguir o terrorista responsável pelo incidente através daqueles que se parecem mais com pessoas do oriente médio ou até mesmo da Índia, ao invés de se preocupar com o restante dos passageiros de padrão americano. Mas é claro que temos um momento em que todo o raciocínio lógico é deixado de lado por um pulso sentimental que filosofa o sentido da vida. De toda a parafernália terrorista contra os governos, o que podemos aproveitar é o valor por viver mesmo que o tempo disso seja uma fração de segundos.
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A partir do inicio da ultima década o mundo começou a notar o cinema Chinês voltado à ação e fantasia, do qual sempre foi sua especialidade, logo após o sucesso de O Tigre e o Dragão. Com a ajuda na divulgação de ninguém menos que Tarantino, o diretor Yimou Zhang pode apresentar este filme que segue a mesmas características de mesclar as artes marciais e a tradição de sua origem com a poesia de som e imagem. O elenco desta produção traz consigo faces orientais já conhecidas por àqueles que são atraídos pelo tema. Um exemplo surpreendente está no herói protagonista interpretado por aquele que supostamente seria o Bruce Lee contemporâneo, Jet Li. É um pouco difícil de desmistificar a visão que temos de um ator caricato pelos seus filmes de luta, já que neste o contexto está mais para questões dramáticas. Para também fazer parte deste clã idealista há a bem conhecida Ziyi Zhang ao lado de seu companheiro de outros trabalhos Tony Leung Chiu Wai, como no adorável romance melancólico 2046 de Wong Kar Wai. Muito mais que chutes e espadas, este longa tem grande notoriedade ao se olhar com uma certa importância às cores de suas cenas como parte do enredo. Através de belas cenas produzidas pela combinação de direção de arte e figurino, a trama dos guerreiros em busca pela paz se enfatiza em suas memórias e versões líricas dos fatos. Entre metáforas delicadamente expressadas em duelos que desafiam a gravidade, uma grande obra é formada na exploração da cultura peculiar de uma nação. Esta pode ser observada em pequenos detalhes como nos jogos, caligrafias, vestimentas, trilha sonora minimalista, além da própria arquitetura de época já referenciada em tempos mais presentes por Bertolucci em O Ultimo Imperador de 1987. A apreciação deste grande filme de Zhang é consideravelmente válida, assim como seu posterior, O Clã das Adagas Voadoras de 2004, por representar um momento histórico de um país que tem muito a oferecer através de sua filosofia. Muitas virtudes são questionadas no romance ao envolver os valores humanos com os objetivos pessoais na luta contra um grande império, que por sua vez, são cada vez mais difíceis de se imaginar no mundo atual onde o mais perto disto é o terrorismo extremista.
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O Livro de Eli pode ser considerado um daqueles filmes de ficção científica com o grande trunfo de ter um protagonista de fama, mas que se equivoca no restante da produção com grande estilo. Considerando mais um quadrinho que traz inspiração para um novo trabalho de "herói" no cinema, o único fato que vale a pena de se observar é o questionamento da fé pela humanidade nos dias de hoje independente de suas condições de sobrevivência. De qualquer forma, isto é pouco desenvolvido para se tornar resultado com base de troca de tiros sem sentido em busca de um objetivo. A grande banalidade deste está nos diálogos desnecessários que compõem o enredo, pois boas partes das ações tomadas por qualquer personagem são previsíveis além de se utilizar artifícios para tentar ocultar determinadas condições do espectador [você saberá quando assistir]. De qualquer forma isso não influencia no ritmo a ponto de bala do filme que representa, neste ano, mais uma perspectiva sobre o fim dos tempos em tela grande. Para criar o ambiente Mad Max pós-apocaliptico de auto-estrada, os efeitos visuais contam com simples troca de tonalidade do céu, movimentos em slowmotion e direção de arte com improviso em canteiro de obras. Já o figurino se engana em usar o mesmo padrão de óculos escuros, casacos e jeans atém mesmo naqueles que deveriam ser escravos. Atente na trilha sonora como sobrasse isso, afinal não é qualquer lugar em que usa Ring My Bell como nostáltiga da era disco, ou é?
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Um festival de cromaquis une-se mais uma vez à velha forma de contar que uma pessoa comum pode salvar o planeta, ou pelo menos o que sobrar dele. É claro que os efeitos visuais e sonoros são de primeira, afinal isso se trata de equipe que já vem fazendo (ou destruindo) coisas por muito tempo e aprimorando seu trabalho desde então, mas o restante é apenas uma embromação de previsões maias. Vamos desconsiderar todas as desesperadas escapadas que ocorre durante ao loooongo do filme, e os momentos de tirar lágrimas dos olhos, o que podemos absorver de bom deste? Como reagiria uma sociedade se estivesse em perigo de ser extinta?
O que vemos como coadjuvantes (quase ao lado dos notebooks Vaio) é o comportamento do ser humano em situações extremas e como isso pode variar de acordo com sua cultura e personalidade. De um lado há as autoridades que devem decidir como a civilização deve ser poupada da noticia mais temida de todos os tempos e o egoísmo ao classificar aqueles que devem ser salvos, ou seja, os milionários têm grande chance de serem salvos por dádiva divina. Por outro lado sempre temos alguém que conquistou seu espaço através de sua profissão com toda sua humildade e de visão mais solidária sobre as coisas, bem diferente da política. Alguns princípios como o comportamento de religiosos, sábios e da sobrevivência da cultura humana são abordados de forma tímida, o que poderia enfatizar a qualidade do filme. Mas aí será perdido mais da metade do público.
O interessante de 2012 é a forma com o filme foi divulgado, além das mídias padrões de grandes e bonitos pôsteres de destruição em massa, ao utilizar a Internet para desenvolver o visionário personagem Charlie Frost pelo site www.thisistheend.com ou até mesmo em vídeos instrutivos de como o mundo irá acabar no youtube.
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O que irá convencer a ver este filme é seu grande elenco com trunfos famosos como Harrison Ford e Ashley Judd misturado a novos talentos de Jim Sturgess e principalmente de Alice Braga, que intrerpreta uma imigrante ilegal mexicana e infelizmente não tem sua participação explorada em relação aos outros. O roteiro em si não há nada de novo no mundo critico social americano, pois parece ser uma extensão de “Crash - No Limite” com o lado emocional deixado de lado e a conexão entre as personagens são quase que desconsideráveis. Basicamente o que temos é uma produção de episódios de série investigativa retratados em forma de longa-metragem com exagero no seu nacionalismo e atitudes contra o terrorismo contemporâneo.
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Nada como fazer a mistura de temas como uma grande ficção cientifica baseada em um best-seller com o relacionamento adolescente, assim como uma versão estendida de Smallvile para cinema. O caso é que esta tática não dá em nada se não for bem executada pela produção e roteiro.
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A Marvel ataca neste ano com seu segundo filme usando um super herói que parecia que nunca mais seria usado depois do fracasso em alguns anos atrás, mas voltou mais rápido que esperávamos. Através deste é possível perceber que os efeitos especiais, de tecnologia de ponta, vêm evoluindo cada vez mais rápidos e as diferenças são perceptíveis se comparar com o grandalhão verde anterior.
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Grande produção sutil de Ridey Scott novamente com Russell Crowe como o bonzinho visionário da historia, mas ele não é o bam bam bam, ja que nada mais nada menos Denzel Washington esta no lado negro da força atuando muito bem um personagem inteligente e violento. É uma situação difícil comentar sobre um filme de gangue tráfego de drogas depois de Tropa de Elite, mesmo sendo em epocas diferentes.
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