Sandra Bullock
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O que mais poderia chamar a atenção do publico neste senão a mesma oportunidade de se produzir fatos reais de pessoas simples que se superam na vida mais uma das queridinhas da América como protagonista? Isso não quer dizer que o filme pode se tornar um grande nome como Meu Pé Esquerdo ou até mesmo Menina de Ouro de Eastwood. Principalmente neste em que a ingenuidade de uma família perfeita submete a ajudar o próximo de maneira que não convence nos dias de hoje, mesmo que seja real. De qualquer forma tem todos os requisitos básicos de um "feeling good" digno de passar em sessão da tarde. Muitas referências ao futebol americano e da cultura social e política do local acaba atrapalhando o entendimento dos espectadores que estão fora deste mundo, como por exemplo, o próprio título original Blind Side, que aparenta ser um termo do jogo, passa a ter uma adaptação para o português de uma forma em que já estamos acostumados. A interpretação de Sandra Bullock é questionável de prêmio, pois parece à mesma atuação anterior além de não ter nada de especial em sua personagem alem de um tom enérgico de irritar, sobrando à atenção para o seu filho mais novo que representa a parte cômica deste filme linear.
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Depois de muito tempo sem Sandra Bullock, seu retorno está no seu ponto forte: a comédia romântica. Desde a época da ”Fórmula do amor n.9”, ela sempre fez sucesso com suas personagens doidas desastradas como em “Miss Simpatia” ou “Da magia a Sedução”. Desta vez o caso não é diferente, ela continua atuando da mesma forma ao lado do queridinho da vez Ryan Reynolds. Algumas cenas são bem engraçadas, mas se perceber, maioria delas não fazem sentido com todo o enredo montado que se perde logo no principio. O mesmo tema de casamento arranjado no meio de uma grande família também não é algo que podemos dizer que é novo, já que foi gasto em outros como “Noiva em fuga”, “Sweet Home Alabama” e até mesmo no primeiro filme dos “Normais”.
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