Imagine como seria o mundo logo após uma guerra mundial, mas caso queira ver parte disso de forma cinematográfica, Ladrões de bicicletas poderá te ajuda. Este representa a o lado italiano de uma sociedade que tenta sobreviver de sua miséria onde todos membros da família procuram pela sua única salvação: qualquer emprego que faça se tornar digno de sustentar seus entes queridos de forma honesta. Se compararmos esta representação realizada em 1948, poderemos ver que boa parte do nosso país possui a mesma condição familiar em momentos atuais. Alem disso, uma questão interessante do longa é o questionamento sobre o que os homens são capaz de fazer em momentos de desespero para sua sobrevivência. Quais seriam suas atitudes em uma situação como esta? Aos poucos outros pontos são exibidos durante esta busca frenética e que constatamos no dia de hoje como as pessoas necessitadas apoiadas pela igreja desde que receba em troca sua devoção e a procura de crenças alternativas. As personagens atuam a moda italiana através do tom da voz e principalmente pela forma de expressar da qual bem conhecemos como parte de sua cultura, mas, além disso, existem cenas em que demonstra a influência americana em um momento pós-guerra como, por exemplo, no momento em que o protagonista Sr. Ricci faz seu trabalho pregando o cartaz de Rita Hayworth (A famosa Gilda que recentemente seria vista nos shows de Michael Jackson) pelos muros no centro da cidade. |
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Título original: Ladri di biciclette |
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| A história do desempregado Ricci, cuja bicicleta lhe é roubada no primeiro dia de trabalho sem ela, que é instrumento de trabalho, ele perderá o emprego. O cinema italiano renasce das ruínas da II Guerra Mundial situações do dia-a-dia, personagens comuns vividos por atores não-profissionais, filmagens nas ruas, sem recursos de estúdio. Uma obra-prima com argumento de Cesare Zavattini, fiel colaborador de De Sica. Oscar de melhor filme estrangeiro. Um dos grandes clássicos do cinema. |
